segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tragédia...fatalidade...lapso de atenção!


A crônica abaixo foi escrita embasada num acontecimento da vida real acontecido em 2009.
 Hoje vejo que infelizmente realidades assim ainda são comuns, por isso resolvi  transcrevê-la..
Não há que julgar tal procedimento de um pai que displicentemente ou desastramente, seria o termo mais adequado, esquece a filha no banco traseiro do carro exposta a queimaduras causadas pelo calorão dos últimos dias. 
Permanece no trabalho, almoça com os amigos e só se dá conta de que esqueceu de levar a filha à creche quatro horas depois, quando a mãe vai buscá-la e não a encontra.
Fatos assim fogem à nossa compreensão . Não consiguimos assimilar o acontecido. Nossa razão não quer aceitar tal despropósito.
 Mas o bebê está morto! Responsabilidade do pai que fugindo da rotina diária não registrou no cérebro que tinha mais essa obrigação a cumprir antes de se dirigir ao trabalho.
 O bebê teria que ser levado à creche. E a mãe que todos os dias era a responsável por essa função, hoje delegara a tarefa  ao pai. Mas o cérebro o trai. Não estava habituado a essa tarefa.
Fico aqui imaginando o desespero desse pai ao se ver autor da morte da própria  filha, um bebê de apenas 10 meses.
A mãe em estado de choque, se nega a acreditar na triste realidade. Quer amamentar o bebê...senti-lo...abraçá-lo...Chama poe ele...
Este fato recente aconteceu na última 5ª feira, em Volta Redonda, Rio de Janeiro.
Punição para o pai?
Não... a vida já o puniu!


Vejam a notícia completa aqui:


No post abaixo  você lerá a crônica "Um bebê esquecido no carro".
 A história acontecida em 2009 assemelha-se à acontecida na última 5ª feira em Volta Redonda. Só mudam os personagens.

Um comentário:

  1. E eu, mais uma vez, concordo contigo, esse pai já está em prisão perpétua, a vida encarregar-se-á disso...

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